A relações públicas Juliana Soares, 24 anos, tem de recorrer à luz do celular para abrir o portão de sua casa quando volta do trabalho, por volta das 21h. "A rua é estreita e nem a iluminação das outras casas ajuda", reclama. Às escuras, a via se torna alvo fácil de bandidos. "Esta semana eu estava chegando em casa e um rapaz de moto se aproximou e ficou me olhando. Fui para outra rua e liguei para minha mãe me encontrar".
Estudante de Marketing, Luciana Bondar, 27, também teme sofrer um assalto. "O nosso bairro já é perigoso, a falta de luz só aumentou meu medo. Tem um segurança pago pelos moradores que passa poucas vezes na rua", afirma.
Para ela, os transtornos ocorrem de manhã e à noite. "Saio às 5h45 para o estágio e ainda está escuro. À noite, minha mãe é obrigada a ficar acordada até por volta das 23h30 para me esperar voltar da faculdade", conta. As crianças, diz ela, perderam o espaço de lazer, já que ficaram impedidas de brincar na rua.
De acordo com os moradores, o problema teve início na última sexta (18) e também afetou a rua Simão de Lima e trechos das avenidas Lions e Guido Aliberti. No entanto, no dia seguinte tais vias já estavam com a iluminação normalizada.
Deu no DGABC
Nenhum comentário:
Postar um comentário